Endocrinologia · Saúde cardiometabólica
Colesterol e triglicerídeos elevados não doem — mas são causa direta de infarto e AVC. Avaliação do risco e tratamento individualizado, com foco em prevenção.
Entenda o risco silencioso
A dislipidemia — alteração nos níveis de colesterol e triglicerídeos — é um dos principais fatores de risco para infarto e AVC, as maiores causas de morte no Brasil. E ela é, na maioria das vezes, completamente silenciosa: não dá dor, não dá sintoma, até que um evento grave aconteça.
Por isso, controlar o colesterol não é sobre um número no exame — é sobre reduzir o risco cardiovascular ao longo dos anos. E esse risco depende de cada pessoa: idade, pressão, glicemia, histórico familiar e hábitos pesam tanto quanto o valor do LDL.
A avaliação cardiometabólica calcula o seu risco individual e define a meta certa de colesterol para o seu caso, com um tratamento proporcional — nem mais agressivo, nem mais leve do que você precisa.
Quando procurar avaliação
A avaliação é indicada pelo conjunto de fatores de risco, não só pelo valor isolado.
Exames recentes com LDL, colesterol total ou triglicerídeos acima do recomendado para o seu perfil.
Casos de doença cardiovascular precoce na família, que aumentam o seu risco individual.
Hipertensão e alterações de glicemia que, somadas ao colesterol, multiplicam o risco cardiovascular.
Excesso de peso, sobretudo abdominal, frequentemente associado à dislipidemia e à resistência à insulina.
Hábitos que potencializam o efeito do colesterol sobre as artérias.
Quem já usa medicação para colesterol e precisa de reavaliação de metas, dose e segurança.
Como funciona
A primeira consulta é uma investigação em profundidade: histórico clínico e familiar, sintomas, hábitos de vida, exames anteriores e queixas que muitas vezes nunca foram conectadas entre si.
Todas as consultas incluem bioimpedância e antropometria realizadas no próprio consultório, permitindo acompanhar com precisão a composição corporal — massa muscular, massa gorda e taxa metabólica — ao longo do tratamento.
Investigação clínica e laboratorial adequada ao seu caso, com interpretação integrada dos resultados.
Conduta ajustada ao seu histórico, aos seus exames e aos seus objetivos, com base em evidências.
Como é o tratamento
O tratamento não persegue um número universal, mas a meta certa para o seu risco cardiovascular.
Avaliação que integra colesterol, pressão, glicemia, histórico e hábitos para estimar o seu risco real e definir a meta de LDL adequada.
Mudança de estilo de vida e, quando indicado, medicação ajustada ao seu risco — das estatinas às terapias mais modernas, com critério e segurança.
Reavaliações periódicas para confirmar que a meta foi atingida, ajustar a conduta e monitorar a saúde cardiovascular a longo prazo.
Quem vai acompanhar você
Dr. Valéry Fontenele é médico endocrinologista com formação em Clínica Médica pela UFPI e em Endocrinologia e Metabologia pelo Hospital de Base do Distrito Federal, além de especialização em Nutrologia pela ABRAN.
O atendimento é realizado na Clínica Suplena, na Asa Norte, em estrutura dedicada à saúde cardiometabólica — o que permite uma avaliação integrada entre hormônios, metabolismo e risco cardiovascular.
Perguntas frequentes
As respostas para o que as pessoas mais perguntam antes da primeira consulta.
Na grande maioria dos casos, não. A dislipidemia é silenciosa e só é detectada por exame de sangue. Por isso a avaliação periódica é tão importante: muitas vezes, o primeiro "sintoma" do colesterol não tratado é um infarto ou AVC.
Não existe um número único para todos. A meta de LDL depende do seu risco cardiovascular individual, calculado a partir de idade, pressão, glicemia, histórico familiar e hábitos. Quanto maior o risco, mais baixa a meta — por isso a avaliação personalizada é essencial.
Depende do caso. Alguns pacientes controlam o colesterol com mudanças de estilo de vida; outros se beneficiam de medicação contínua, sobretudo quando o risco é alto. A decisão é individualizada e reavaliada periodicamente.
Sim. O colesterol faz parte do metabolismo, e o endocrinologista avalia a dislipidemia de forma integrada com peso, glicemia e demais fatores cardiometabólicos — uma abordagem especialmente útil quando há síndrome metabólica ou diabetes associados.
Sim. Triglicerídeos muito elevados aumentam o risco cardiovascular e, em níveis extremos, podem causar pancreatite. Eles costumam estar ligados à alimentação, ao peso e à glicemia, e respondem bem ao tratamento adequado.
O agendamento é feito diretamente pelo WhatsApp da clínica, no número (61) 99101-0530, ou pelo telefone (61) 3526-4168. O atendimento é de segunda a sexta-feira, das 8h às 18h, na Clínica Suplena, Asa Norte, Brasília-DF.
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